Itinerário vocacional

Tornar-se frade

como Francisco de Assis - 1

Oferecer alguma coisa de si

O jovem Francisco desejava tornar-se uma grande personagem, realizar grandes obras. Francisco queria ser um grande cavaleiro, nobre e famoso. Queria ser como os grandes da história, ter fama. Perguntava-se porque é que os outros eram famosos e ele não. 

 

 

Enquanto se empenhava em ser um cavaleiro famoso ao mesmo tempo dava-se conta que outros ao seu lado eram tristes porque estavam a falhar na sua vida. Francisco começa a realizar gestos estranhos. Leiamos o que escrevia sobre ele São Boaventura na biografia «Procurou vestidos decorosos como era seu hábito. Uma vez, tendo encontrado um cavaleiro, nobre mas pobre e mal vestido, imediatamente se despiu e obrigou-o a vestir as suas roupas. Assim apenas com um gesto, realizou um duplo ato de piedade, pois que escondeu a vergonha de um nobre cavaleiro e aliviou a miséria de um pobre».

Ele mesmo escreve de si no seu Testamento: «parecia-me coisa demasiado amarga ver os leprosos, e o próprio Senhor me conduziu ao meio deles e comecei a amá-los».

Com escreve o Papa Francisco, a vocação é o convite que Jesus faz a cada um de nós para ir ao meio das pessoas que estão ao nosso lado e começar a escutar a voz de Deus e a voz dos outros que pedem ao teu coração apenas uma coisa: Amor!!!

Tornar-se frade

como Francisco de Assis - 2

Escutar a voz de Deus no coração 

 

 

«De noite, enquanto dormia, a Bondade de Deus fez-lhe ver um palácio grande e belo, cheio de armas marcadas com a cruz de Cristo, para lhe demonstrar de forma visível como a misericórdia por Ele usada para com o cavaleiro pobre por amor do Sumo Rei, estava para ser retribuída com uma recompensa incomparável».

Tínhamos deixado Francisco enquanto fava o seu manto a um cavaleiro, tinha percebido que dar qualquer coisa de si a quem lhe estava ao lado valia muito para a sua vida e Deus queria recompensa-lo. Mostra-lhe um palácio cheio de armas. O sonho da sua vida está para se realizar. Escutemos o que responde, precisamente como tu: «Perguntou a quem pertenciam aquelas armas e uma voz do céu garantiu-lhe que eram todas suas e dos seus cavaleiros.»

O jovem Francisco não compreende logo esta mensagem e pensa que seria um encorajamento a continuar o seu ideal juntamente com os amigos. Mas Jesus estava a trabalhar dentro dele, devagarinho e aquele sonho revelar-se-á mais tarde…..

Tornar-se frade

como Francisco de Assis - 3

Vai e repara a minha casa

Continuemos a descobrir o chamamento vocacional do jovem Francisco. Praticamente Jesus tinha entrado no seu coração e estava-lhe a colocar o desejo de ser grande porém, ainda tinha que lhe mostrar o que era preciso fazer. Estava um pouco confuso Francisco e começa a fazer pequenas experiências que lhe fazem perceber a beleza de estar próximo dos pobres, dos doentes, e quanto pobre fosse, afinal, a rica vida que estava a levar.

 

Escutemos a narração: «Um dia tinha ido para o campo para meditar. Encontrando-se a passar por perto da igreja de S. Damião que ameaçava ruinas, velha como estava, levado pelo impulso do Espirito Santo, entrou aí para rezar. Rezando de joelhos diante do Crucifixo sentiu-se invadir por uma grande consolação espiritual, e, enquanto fixava os olhos cheios de lágrimas na cruz do Senhor, ouviu uma voz descer da cruz: «Francisco vai, e repara a minha casa, que como vês está toda em ruinas».

Esta narração vemo-la aqui explicada pelos pincéis de Giotto. Francisco entra nesta Igreja em ruina e finalmente pela primeira vez nos frescos o jovem tem o olhar voltado para o alto. Nesta Igreja arruinada Francisco levanta o olhar, não tem medo dos pedregulhos mas olha para Jesus e Jesus olha para ele.

Francisco é chamado a concertar aquela igreja, a arregaçar as mangas para ajudar as pedras mais arruinadas, isto é, as pessoas mais abandonadas, mais pobres.

Jesus grita o nome de Francisco e pede-lhe para ir …

Também tu que estás a ler “vai” sem medo em direção às pessoas mais abandonadas, “vai” com a coragem do Espirito, “vai” cheio do Amor de Deus para com aqueles que não são queridos por ninguém.

Esta é a vocação de todo o frade: ir em direção a todos e reparar aquilo que em cada pessoa corre o risco de cair.

CONTACTOS EM PORTUGAL

Para mais informações podes contactar:

fr. Fabrizio Bordin - Lisboa

tel. 21. 837 69 69 ou freifabri@gmail.com

 

fr. José Carlos Matias - Coimbra

tel. 239. 71 39 38 ou freizecarlos@gmail.com

frei Pedro Perdigão - Viseu

232.431985 ou fmcpedro@gmail.com

 

 

Quem é para que serve um "padre espiritual"?

 

Caros amigos “em procura”, com frequência tereis lido a minha insistência sobre a necessidade de ter um PADRE ESPIRITUAL, para um sério e genuíno caminho de discernimento vocacional, mas também para uma autêntica maturidade na Fé. Acreditai que não é uma minha ideia “fixa”: sem esta pessoa próxima, na verdade, não se vai a nenhum lado na vida espiritual. O “faz tu” leva sempre a uma auto-suficiência estéril e sem progresso e mesmo à regressão.

Por isso os jovens “ em procura” que frequentam o Grupo S. Damião, são todos confiados ao cuidado sábio de sacerdotes e religiosos que os acompanham no seu caminho. Em relação a esta figura tão importante na vida de um jovem, eis então uma reflexão que vos pode ajudar a definir melhor o perfil e o papel.

E... se não tendes um guia espiritual... procurai-a quanto antes, invocando e rezando ao Espirito Santo... e possivelmente escrevendo-me: encaminhar-vos-ei para alguém! Precisais disso!

Abençoo-vos.

Fr. Alberto

 

 

A DIREÇÃO ESPIRITUAL - O PADRE ESPIRITUAL

 

1. UTILIDADE DA DIREÇÃO ESPIRITUAL

 

 

O que é?

A direção espiritual é uma ajuda, prestada em nome da Igreja e na força do Espirito Santo, a quem quer progredir na vida de fé, de esperança e de caridade para se conformar totalmente a Cristo. Pode-se assim definir como a ajuda que um homem presta a um outro, para que se torne adulto na fé.

 

Imposição ou apoio?

A direção de espirito não quer tanto impor-se à pessoa, mas sim suscitar o seu empenho pessoal na fé. Na direção espiritual as presenças em jogo são três: a pessoa, o padre espiritual (sacerdote, religiosa, leigo...) e o Espirito Santo. A verdadeira guia espiritual é o Espirito Santo. De facto é necessária a obediência sincera e concorde da pessoa e do padre espiritual ao Espirito Santo.

 

Quais as finalidades?

As finalidades fundamentais da direção espiritual são três:

* ilumina a mente para descobrir que a santidade é o valor maior da existência e sugere os caminhos para a realizar;

* reforça a vontade para perseverar na decisão tomada;

* presta conforto espiritual, sempre que seja necessário, à pessoa que dele precise.

 

A sua meta

A sua meta é portanto a de aconselhar e apoiar na realização da específica vocação que cada um recebeu de Deus.

 

2. AS QUALIDADES DA PESSOA

 

Sinceridade

Uma pessoa recorre à direção espiritual unicamente para se tornar mais santa e não para instaurar uma forma refinada de amizade.

A sinceridade é necessária para manter acordado o espirito de fé, que permite reconhecer no padre espiritual uma mediação de Deus, que é preciso acolher com gratidão, respeito e disponibilidade.

 

Confiança e solidez

Para permitir ao padre espiritual que aconselhe e oriente é necessário informá-lo. Deve-se-lhe expor com grande sinceridade aquilo que tem necessidade de saber: as lutas, os esforços, as inclinações para o bem, os atos de virtude, as faltas e a sua raiz.

Ninguém tem o direito pois de presumir que a pessoa a quem se pede a ajuda espiritual tenha necessariamente que ser o melhor dos mestres espirituais.

 

Sobriedade

Dizer, não tudo, mas aquilo que serve verdadeiramente para o crescimento espiritual; pedir menos conselhos e seguir mais aqueles que se recebeu.

 

Humildade

A dependência é muitas vezes cara e o orgulho ferido favorece a tentação de recusar as apreciações do guia espiritual e de avaliar negativamente a sua pessoa.

 

Oração

É um feliz e indispensável hábito rezar, para o próprio bem e o do padre espiritual.

 

3. AS QUALIDADES DO PADRE ESPIRITUAL

 

Maturidade humana e santidade de vida

A exigência da maturidade humana nasce da verdade óbvia que ninguém pode estar em condições de ajudar um irmão a viver com equilíbrio a própria vocação se de certo modo não a realizou já em si mesmo.

Sem a santidade esvazia-se a sintonia com o Espirito que abre a estrada à compreensão dos seus caminhos.

 

Ciência

Santa Teresa de Ávila escreve: «Sempre gostei de ter confessores instruídos, porque dos meio instruídos, a quem por falta de outros, tive que recorrer, sempre recebi um dano». Dado que opera em nome da Igreja, o guia espiritual deve ter influência sobre o saber que a Igreja acumulou ao longo da sua secular experiência. Se tem pouca ciência acaba inexoravelmente por tornar exclusiva a sua limitada experiência pessoal, reduzindo as pessoas à sua imagem e semelhança em vez de as tornar semelhantes a Deus.

 

Paternidade e capacidade de guia

Paternidade significa benevolência, dedicação e doçura. O sujeito vai sendo tomado da parte do coração: deve compreender e sentir que se quer verdadeiramente o seu bem.

 

Paciência

Os acontecimentos alternativos do próprio itinerário espiritual expõem o sujeito a frequentes tentações de desencorajamento e desconforto: toca ao padre espiritual contagiá-lo com a própria paciência, inspirando coragem e reavivando a confiança e a alegria de acreditar.

 

Firmeza

Bondade e paciência não podem degenerar em fraqueza. Quando a vontade humana volta atrás diante dos esforços que são necessários, quando se mostra relutante diante dos sacrifícios que custam, o guia espiritual deve levá-la ao bem com decisão e energia.

 

Retidão de consciência e capacidade de intercessão

A única intenção do guia espiritual deve ser a glória de Deus na santificação das almas. É indispensável ver a pessoa apenas pelo valor que possui diante de Deus.

O diretor de espirito é alguém que reza por quem faz referência a si. A oração, de facto, é o dom maior para o próximo.

 

4. OS MOMENTOS DA RELAÇÃO ESPIRITUAL

 

A escolha de serviço

O critério a adotar para a escolha do próprio guia espiritual é dado pelo desejo de amar e servir mais o Senhor. Quando se procura com sinceridade torna-se importante também o sentimento interior de afeição espiritual que se nutre em relação a um guia relativamente a um outro.

 

A manutenção

É importante estabelecer com o guia um ritmo constante de encontro. Iniciado o caminho impõe-se um preço a pagar. Se a relação espiritual é boa, conhece necessariamente momentos difíceis. Está em jogo a vontade de verdade. Um bom diretor espiritual, apenas para não calar a verdade e ajudar a crescer na fé, está disposto também a dizer coisas desagradáveis à pessoa que lhe faz referência. Ele deve dizer obrigado ao Senhor por quanto se tem e pôr em prática as diretrizes que se recebem, mesmo se por vezes pode custar.

 

A eventual mudança

Em linha de princípio convém manter o mesmo guia enquanto faz bem. Mudar por motivos não espirituais é uma derrota. Deixá-lo por medo das exigências que ele faz relativamente ao crescimento interior, é uma catástrofe. Se se percebe um certo desconforto, que impede a abertura de consciência, a renúncia à sua ajuda torna-se necessária.

 

tirado de : www.donboscoland.it

 

 

CONTACTOS EM PORTUGAL

Para mais informações podes contactar:


fr. Fabrizio Bordin - Lisboa

tel. 21. 837 69 69 ou freifabri@gmail.com

 

fr. José Carlos Matias - Coimbra

tel. 239. 71 39 38 ou freizecarlos@gmail.com

 

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232.431985 ou fmcpedro@gmail.com

 

 

 

Itinerário vocacional: G.S.D.

Se és um jovem “à procura”...

                            ... vem ao Grupo São Damião!

 

"Um dia Francisco passou junto da igreja de São Damião, quase em ruinas e abandonada por todos. Conduzido pelo Espirito, entrou para rezar, prostrando-se suplicante e devoto diante do Crucifixo...A imagem de Cristo Crucificado, falou-lhe movendo os lábios: "Francisco - disse-lhe chamando-o pelo nome - vai e repara a minha casa que, como vês, está toda em ruinas". (da vida de São Francisco)

 

"SENHOR QUE QUERES QUE EU FAÇA?"

É a pergunta que o jovem e inquieto Francisco de Assis dirige ao Senhor para dar à sua vida plenitude e felicidade. Francisco torna-se atento à voz de Deus: na oração e na escuta da Palavra acolhe com entusiasmo o convite do Senhor a segui-lo.

Se também tu és um jovem à procura da vontade do Senhor, se estás fascinado pela figura de São Francisco, se o teu coração está atraído ou curioso pela nossa vida religiosa franciscana …

 

"VEM AO GRUPO SÃO DAMIÃO"

... para escutar o Senhor, verificar as tuas interrogações, confrontar-te com outros jovens, conhecer-nos a nós frades e o nosso estilo de vida marcado pela oração, pela fraternidade e pelo serviço, no abandono feliz e confiante à vontade do Senhor.

  

O QUE É O GRUPO SÃO DAMIÃO? 

O Grupo Vocacional franciscano "São Damião" reúne jovens (17-35 anos) que desejam interrogar-se sobre um possível chamamento à vida franciscana. Trata-se do primeiro passo, para um discernimento em direção a uma eventual escolha de vida religiosa, como frade franciscano.

O Programa prevê que nos encontremos uma vez por mês (de sábado à tarde até domingo à tarde – de Outubro a Junho).

O Grupo S.D. é promovido por nós Frades Franciscanos Menores Conventuais. Quem estiver interessado em ter contactos mais próximos, escreva-nos e dar-lhe-emos indicações e sugestões úteis.

 

COMO É QUE SE DESENROLAM OS ENCONTROS?

A tarde de sábado é normalmente dedicada à oração num clima meditativo e de tranquilidade para poder entrar em nós próprios, longe das agitações quotidianas que nos impedem de escutar em profundidade as sugestões do Espirito. No domingo de manhã, normalmente aprofundam-se temáticas relativas à vocação (desejos, medos, etapas … sonhos …) à luz da Palavra do Senhor e da experiência de São Francisco. Sempre muito interessantes e úteis são os testemunhos. É belo e útil sobretudo ouvir as histórias e as narrações dos frades (mesmo idosos) assim como o partilhar o caminho com outros jovens coetâneos. É, pois, certamente precioso este imergir-se "ao vivo" durante dois dias numa realidade franciscana muitas vezes totalmente desconhecida. O Grupo São Damião representa portanto uma belíssima oportunidade de discernimento para qualquer jovem "em procura", garantindo um olhar livre e aberto sobre a nossa dimensão franciscana e uma ocasião de aprofundamento dos valores e das opções inspiradas por São Francisco.

 

CONTACTOS

Para participar no Grupo São Damião ou para informações contacta:  

 

 

frei Fabrizio: freifabri@gmail.com

frei Pedro: fmcpedro@gmail.com

frei José Carlos: freizecarlos@gmail.com

  

 

 

 

LISBOA - MISSÃO LX

 Tau Day na Batalha

 

No passado dia 26 de Outubro, realizou-se o Tau Day na Batalha. O Tau Day é um encontro a nível nacional, dos jovens que estão ligados às comunidades dos Frades Franciscanas Conventuais. Participaram cerca de 115 jovens provenientes de Lisboa, Batalha, Coimbra, Viseu e Tarouca.

Fomos bem acolhidos pela Paróquia e pelos jovens da Batalha para quem vai o nosso muito obrigado pela forma como prepararam este evento.

O testemunho dos participantes foi muito positivo:

«Foi um dia importante por necessitar de estar mais próxima de Deus (…), e pelo facto que estas experiências fortalecem a nossa fé e os nossos grupos de jovens. Começou de uma forma excecional com os três testemunhos, que para mim foram marcantes (…). É nestas alturas que nos apercebemos do poder do amor de Deus, apesar do cansaço valeu a pena» (Sara).

«Adorei estar no Tau Day… Gostei muito do Peddy Paper e da Missa» (João)

«Foi uma experiência inesquecível, pela primeira vez que participei fiquei apaixonado pela atividade. A vivência entre todos e os testemunhos dados são exemplos para a vida! São Francisco está presente em todos nós!» (Tiago). 

«O Tau Day de 2014 foi, sem dúvida, uma experiência marcante! (…) Aquilo que nos move, verdadeiramente, é a Fé! É óptimo ver que nos dias de hoje ainda há jovens que não têm medo de assumir que o que são e Aquilo em que acreditam!» (Rita).

«Foi para nós a primeira vez no Tau Day e gostamos muito, porque ajudou-nos a fazer novas amizades… e aumentar a nossa confiança com Jesus, ou seja deu-nos a oportunidade de ficar mais perto Dele. Os vários testemunhos fizeram com que adquiríssemos experiência e vontade de experimentar coisas novas, como por exemplo o voluntariado. Aguardamos poder ter uma 2º experiência» (Jovens do Dianteiro).

«O Tau Day para mim foi a primeira vez e adorei imenso! Fez-me conhecer pessoas novas e criar novas e boas memórias com aqueles que já conhecia e que vão ficar significativamente guardadas. Não sei o que posso dizer porque foi mesmo uma experiência que me deixou sem palavras e que com muito gosto, vontade e CERTEZA que vou repetir! … O grupo da Batalho foi 5 estrelas! Adorei mesmo!» (Ana).

«Adorei as actividades, o movimento dos jovens. Tenho a certeza que este Domingo foi um dia muito marcante para mim e paratodos os participantes!» (Beatriz).

«Tenho muita pena de não puder ter estado convosco, mas fico feliz por ver os "nossos" jovens falar com tanta alegria do amor de Deus que nos guia. Este amor que cresce cada vez mais... Obrigado por existirem e nunca esqueçam que com Deus e Francisco seremos pessoas melhores e com um coração cada vez mais JOVEM» (Rita).

«O Tau Day deste ano foi sem dúvida uma experiência inesquecível, que veio completar esta que é a nossa caminhada jovem na fé. É muito bom conhecer amigos que se movem com o mesmo objetivo que nós, o amor a Deus. É bom sentir que não estamos sozinhos… A forma como os nossos amigos da Batalha organizaram o dia foi fantástica. Obrigada a todos por esta experiência maravilhosa! (Ana).