Obrigado, frei João!

No Domingo, 15 de Abril, às 18h00, realizou-se a Missa de despedida, em Viseu, presidida pelo Bispo, D. Ilídio Leandro, com a presença de todos os confrades Franciscanos Conventuais da Delegação Portuguesa. O corpo seguiu, no dia seguinte, para Itália, conforme o desejo expresso do frei João.  

Na bela e sentida homília dizia-nos o Frei Fabrizio, Delegado Provincial:
“Mas aqui não está, hoje, Tomé, incrédulo. Não estão os apóstolos espantados e cheios de medo. Estamos todos nós, incrédulos e perturbados, porque aquele sorriso simples e genuíno do frei João, que nos acolhia à porta desta Igreja, apagou-se repentinamente.                    

O seu sorriso bondoso, as suas mãos – as suas grandes mãos que cumprimentava de maneira carinhosa, dizendo: «Alegria, alegria…» – eram o seu «bilhete de identidade». É assim que muitas pessoas lembram o frei João, que entrava no coração de muitos com o seu ar de criança e, ao mesmo tempo, de avozinho cheio de ternura.              

Esta «santidade ao pé da porta» – assim como a define Papa Francisco – era bem clara aos olhos de quem encontrava o frei João”.  

Dia 17 de Abril, às 15h00, realizou-se o funeral, em Camposampiero (Pádua), presidido pelo Ministro Provincial dos Franciscanos Conventuais, frei Giovanni Voltan, com a presença do Vigário Provincial, frei Roberto Brandinelli, do Delegado Provincial de Portugal, frei Fabrizio Bordin, do Guardião do Convento de Viseu, frei Francisco Ervas, do Pároco de Massa Fiscaglia, padre Guido Catozzi, e de tantos outros confrades, sacerdotes diocesanos, consagradas e consagrados, familiares e amigos que encheram por completo o Santuário da Visão. Após a celebração, conforme o desejo expresso do frei João, a urna foi inumada num dos talhões funerários da Província Religiosa no cemitério local.              

Louvado sejas, meu Senhor, pelo dom da vida do frei João, pelo seu sim ao chamamento à vida franciscana, pelos seus 25 anos de ministério sacerdotal que agora celebrará em plenitude junto de Ti “Sumo e Eterno Sacerdote”. Louvado sejas, meu Senhor, pela sua simplicidade, bondade e disponibilidade generosa.        

Os frades da Delegação Portuguesa